O Movimento de Cidadãos da Freguesia do Sobral da Abelheira e dos Pais e Encarregados de Educação do Jardim de Infância e da EB1 do Sobral da Abelheira, Concelho de Mafra, pretendem denunciar a situação da construção da nova EB1/JI, prevista em Carta Educativa e prometida pelo presidente da câmara em sede de campanha eleitoral, há 4 anos atrás e que neste momento se encontra completamente ignorada pela autarquia.Os cidadãos do Sobral da Abelheira foram informados de que as escolas iriam ser construídas fora dos limites da freguesia. Descontentes com a decisão do executivo, os cidadãos resolveram perguntar porque é que houve esta decisão e a quem é que ela interessa?Acto contínuo, questionamos o executivo da Junta de Freguesia que confirmou a informação, a 28 de Outubro de 2008. Desde aí e até à presente data o Movimento de Cidadãos levou a cabo diversas diligências, como a de enviar toda a informação compilada neste e-mail para o Exmo. Sr. Secretário de Estado Adjunto da Administração Local, para o Governo Civil de Lisboa, para a CDTR LVT, e de que resultaram diversas trocas de correspondência com as entidades contactadas mas sem qualquer resposta conclusiva por parte da Câmara de Mafra. Até à presente data, continuamos a aguardar respostas da DREL e da Sra. Ministra da Educação, a mesma que aprovou e assinou a Carta Educativa que prevê uma escola nova na Freguesia do Sobral da Abelheira.Estamos em fase de inscrições para o pré-escolar e a única certeza que os pais e encarregados de educação da freguesia do Sobral da Abelheira têm é que os seus educandos vão, mais um ano, continuar a sua aprendizagem sem ginásio, sem biblioteca, sem refeitório, sem ATL e sem todas as infra-estruturas básicas que estão previstas em Carta Educativa para esta e nesta freguesia.”“E porque já fizemos 3 intervenções na Assembleia Municipal. E porque já, inclusivamente, termos tido legalizado uma manifestação pacífica, que não se chegou a realizar por intervenção do Sr. Presidente da Assembleia Municipal que “sugeriu” que nos abstivéssemos de o fazer por a decisão ainda não estar tomada. E porque desde sempre nos mantivemos com uma postura responsável e dialogante, chegou a hora de demonstrar a nossa indignação e de dar conta ao país que no início do século XXI ainda existe quem faça tábua rasa das promessas eleitorais e dos anseios das populações que foram responsáveis pela sua eleição, vamos realizar, no próximo dia 26 de Junho, pelas 21:00 uma vigília à porta da Junta de freguesia, dando conta do nosso desagrado ao ostracismo a que fomos votados.”
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
200 Mil Tonelados Anuais de Lixo para Mafra

sexta-feira, 19 de junho de 2009
O PS por Nós

quinta-feira, 18 de junho de 2009
A responsabilidade democrática

A três meses de eleições legislativas, a direita decidiu patrocinar uma moção de censura ao Governo. Esta iniciativa é, com certeza, formalmente legítima, mas é uma iniciativa politicamente sem sentido. Em primeiro lugar, é uma iniciativa totalmente inútil e inconsequente: todos sabem que a legislatura está no seu termo e que muito em breve os eleitores serão chamados a pronunciar-se, então sim, sobre o futuro da governação. Em segundo lugar, nem sequer se pode dizer que se destina a suprir uma eventual ausência de debate político: pelo contrário, estava justamente marcado para hoje mais um debate quinzenal, que teve de ser adiado uma semana precisamente por causa desta moção. Verdadeiramente esta iniciativa tem um único mérito: recordarão País a política de truques e de expedientes, em que o CDS se tornou especialista. Mas o pior é a total falsidade do pressuposto político em que assenta esta moção de censura. Querer retirar dos resultados das eleições para o Parlamento Europeu conclusões sobre a legitimidade do Governo nacional é pura e simplesmente desrespeitar a democracia. Digamo-lo com todas as letras: é um abuso e uma precipitação transformar eleições europeias em eleições legislativas. E é um abuso que raia a arrogância quando se pretende assumir, em nome do eleitorado, uma legitimidade que o eleitorado manifestamente não conferiu. Uma coisa é compreender os sinais dos eleitores – e eu estou bem atento a esses sinais. Outra coisa, bem diferente, é instrumentalizar os resultados, pretendendo confundir eleições europeias e eleições legislativas! Nunca, como hoje, o Parlamento português dispôs de tantos instrumentos de fiscalização política do Governo. E isto graças à iniciativa do Partido Socialista, que usou a sua maioria, não para conferir mais poder ao Governo, não para abusar do poder, mas sim para garantir mais centralidade à Assembleia da República e mais poder e mais direitos à Oposição! Esta foi a atitude de probidade e responsabilidade democrática que sempre caracterizou, na legislatura, o Governo e a Maioria do PS. Mas o agendamento desta moção de censura vem apenas acentuar, por contraste, o oportunismo político daqueles que não hesitam em instrumentalizar, de forma inconsequente, as figuras regimentais do Parlamento penas para obter ganhos mediáticos de ocasião. Os Portugueses registarão esta diferença de atitudes. Do lado do Governo, total concentração no seu trabalho e responsabilidade, que é combater os efeitos da crise económica mundial, promovendo o investimento, o emprego e a protecção das famílias; e prosseguir a agenda reformista e modernizadora, focada nos factores que podem melhorar os indicadores de qualificação e de competitividade. Mas, do lado da Oposição, há uma única motivação, dizer mal do Governo; e há uma única proposta: parar o País! É isto, no fundo, o que a Oposição propõe: que o Governo deixe de governar, deixe de tomar decisões, deixe de ter iniciativa, e que a administração pública fique paralisada. Ora, é exactamente o contrário aquilo de que o País precisa: o País precisa que se combata a crise, que os investimentos públicos prossigam, que sejam apoiadas as empresas que investem e criam ou mantêm emprego, que as pessoas e famílias em maior dificuldade beneficiem de mais protecção social. O tempo não é de desistir, é de lutar. O tempo não é de dizer mal, é de fazer bem. O tempo não é de parar; pelo contrário, o tempo é de agir!"
Este foi o discurso do Secretário-Geral,José Socratés, em resposta a moção de censura do CDS-PP. Mais uma vez se mostrou a solidez do Governo e do PS e a seu empenho prioritário com o país.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Candidato do PS Mafra no Sol

PS candidata Sérgio Mota à presidência da Câmara Municipal de Mafra.
O Partido Socialista anunciou que vai candidatar Sérgio Mota à presidência da Câmara Municipal de Mafra. Sérgio Mota, de 34 anos, disse à agência Lusa que tem como objectivo «inverter os 25 anos de poder PSD» no concelho de Mafra. «Se em 2009 não for possível ganhar a câmara queremos iniciar um trabalho para em 2013 o PS assumir essa vitória», apontou o cabeça-de-lista recordando que nessa altura devido à lei da limitação de mandatos o actual presidente do município, Ministro dos Santos (PSD) não se poderá recandidatar. Ainda assim, Sérgio Mota adiantou que o objectivo do partido passa por «reforçar a votação», sobretudo nas freguesias, perdidas em 2005 para o PSD, em virtude de o PS não ter concorrido a algumas delas. O candidato defendeu como projectos prioritários da sua candidatura a fixação de jovens ao concelho, assegurando-lhes oportunidades de emprego. A defesa da construção de um novo centro de saúde e a melhoria das condições de saúde para os idosos são outras preocupações apontadas pelo candidato. Sérgio Mota é militante do PS, integrando as comissões políticas da concelhia de Mafra e da Federação da Área Urbana de Lisboa. Nas eleições autárquicas de 2005 o PSD elegeu quatro elementos para o executivo municipal e o PS dois.
Está foi a notícia que saiu no semanário Sol, revelando a cada vez maior revelância do nosso Concelho e as suas políticas no nosso país.
Europeias em Mafra

Eleições Europeias


sábado, 6 de junho de 2009
Europa, Portugal, Mafra

sexta-feira, 5 de junho de 2009
Campanha para as Europeias em Mafra


Mafra está agora também no circuito das grandes ideias e grandes pensadores. Prova disso é a recente presença e participação da internacionalmente famosa eurodeputada Ana Gomes na etapa da campanha do PS ás Europeias que decorreu no concelho de Mafra. Ora distribuindo flyres com as interessantes ideias do partido para um Europa unida e igualitária pela diferença, ora dando a todos o seu charmoso sorriso, Ana Gomes deixou nas gentes de Mafra uma forte e convicta impressão. Mais uma vez se mostra que a política não está morta, que alguns ainda se importam e o quanto são promissores os tempos e as eleições que se avizinham. No fim o "Vital" é votar.
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